''O tempo de 20 anos de exclusividade pode ser benéfico para alguns setores. No caso de um invento, se é de grande relevância social, esse prazo deveria ser menor. Por isso, se for para benefício da população, eu concordo com a quebra de patente. Mas o ideal seria a criação de um órgão para se estudar o que é de relevância social ou não''
Guilherme Vargas Messias, 5º ano Direito PUC

''No caso de remédios de extrema importância para a população deveria haver quebra de patente. O Brasil tem que tomar cuidado com a quebra de patente de outros países, porque senão pode acabar sofrendo uma retaliação por parte da Organização Mundial do Comércio. Acho que 20 anos é muito tempo para um produto ter exclusividade. Metade já seria o suficiente para obter o retorno de investimento''
Gustavo Richa, 5º ano Direito PUC

''Eu acho muito tempo 20 anos. Mesmo que a lei vise proteger o produto, acredito que se fosse metade do tempo, seria o ideal e suficiente. Sobre a quebra de patente, sou a favor em alguns casos, como para o bem da sociedade. Mas o mais correto seria diminuir o tempo da lei em qualquer caso''
Isabella Zanin, 5º ano Direito PUC.

''A patente deveria ser controlada em relação as lucros, mas 20 anos é um tempo ótimo, já que muitas pesquisas demoram até mais. Até por isso, sou contra a quebra de patente. Se o produto é de relevância social, deve ser analisado o período suficiente para que a empresa obtenha o retorno de seus investimento.''
Thiago Vaquero Frete, 5º ano Direito PUC.

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