Palacete Wolf abriga fundação
Palacete Wolf abriga fundação
Outro prédio importante de Curitiba é o Palacete Wolf, sede da Fundação Cultural de Curitiba. Localizado em frente à Igreja do Rosário, o palacete começou a ser construído em 1875, pela família do imigrante austríaco José Wolf. A casa já serviu de sede para uma loja maçônica, QG do Exército e diversas escolas. Em 1974, a prefeitura promoveu a desapropriação e restauração do prédio e ali instalou a Fundação Cultural de Curitiba.
A construção é um exemplo da arquitetura urbana residencial, adotada pela alta burguesia, na segunda metade do século XIX, com uma composição que mistura o neoclássico aos elementos culturais germânicos. Hoje, a casa abriga um grande acervo cultural da cidade, além de ser o laboratório de todas as manifestações artísticas promovidas pelo município. A visita ao Palacete vale pela beleza de sua arquitetura e, se o visitante tiver um pouco mais de tempo, pode apreciar os arquivos culturais da cidade.
Na Rua Carlos Cavalcanti pode ser visitado o Solar do Barão do Cerro Azul. O prédio foi construído em 1885 e pertenceu a Ildefonso Correia, o Barão do Serro Azul, empresário e político de prestígio no Império. A casa foi palco dos principais acontecimentos políticos e sociais da época. Nela, o barão e sua família residiram por 10 anos, promovendo bailes, saraus e reuniões em torno de temas relativos ao comércio da madeira e da erva-mate.
O barão foi assassinado em 1895 e sua casa passou a ser ocupada pelo Exército, que permaneceu no local até 1975. Nesta data, o prédio foi transferido para o município de Curitiba. Hoje, depois de devidamente restaurado, o solar abriga a Casa da Gravura, o Ateliê de Restauração e uma gibiteca, além de atividades da Fundação Cultural de Curitiba. O solar é também um dos palcos, todo ano, da Oficina de Música de Curitiba.





