Pais e avós 'dão uma força'
Pais e avós dão uma força
A festa de ontem à tarde não foi só de vestibulandos. Pais e avós dos futuros calouros também aguardavam com ansiedade a lista dos aprovados da UEL. Todos aprovaram a iniciativa de se promover a festa no centro. É um momento bom, é uma nova fase na vida. Por isso precisa ter alguma coisa que marque, disse Marlene Bassoli, 43 anos, mãe da caloura Bruna Bassoli.
Heloysa Pinto Guazi, 48 anos, mãe da Andressa Pinto Guazi, 21, concorda. Carioca, ela se mudou com a família para Londrina há quatro meses e adorou o clima na praça. Estou achando espetacular. No Rio, para saber o resultado a pessoa tem que acordar cedo e comprar o jornal no outro dia, dizia, com a máquina fotográfica na mão. Foi útil: o nome de Andressa estava entre os aprovados do curso de Engenharia Civil e não faltaram fotos da nova caloura.
Maria Albanez, 65 anos, fez questão de viajar e acompanhar o neto Guilherme Gimenes, 18 anos, na divulgação dos aprovados. Ela veio de Mandaguari (33 km a leste de Maringá). Ele, de Limeira, interior de São Paulo. A festa está bonita. Passar no vestibular é um sonho, mas a gente deve estar preparada para tudo, ensinou. Guilherme prestou concurso para Jornalismo. Plácido Maran, 50 anos pai de Patrícia, vestibulanda de Psicologia , elogiou sobretudo a iniciativa de arrecadar alimentos para os servidores da UEL. Foi bom também porque a Concha Acústica está meio abandonada e só o jornal para fazer alguma coisa.(L.H.)





