Curitiba Os pais do bebê de oito dias, morto por suposta violência sexual, em julho de 2005, em Curitiba, fizeram ontem um exame de sanidade mental. A avaliação de Any Paula Facolin e Nilson Moacir Oliveira Cordeiro foi pedida pela delegada do Núcleo de Crimes contra Crianças e Adolescentes, Paula Brisola.
Um dos advogados do casal, Luciano Nei Cesconetto, explicou que a comprovação da insanidade mental resultaria na suspensão do processo e na indicação, pela Justiça, de uma medida de segurança (internamento). ''É claro que isso não vai acontecer. Eles não são insanos e não cometeram crime algum.'' A previsão é de que o laudo saia em duas semanas.

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