O resíduo hospitalar passou a ser gerado também dentro das casas, depois que os serviços de saúde iniciaram o Programa Saúde da Família (PSF). Em Londrina, são 93 equipes do PSF, que atendem cerca de 70% da população, além do programa de internação domiciliar, que também gera dentro de casa lixo hospitalar.
Segundo a coordenadora do PSF em Londrina, Marilda Kohatsu, as famílias são orientadas para dar um destino adequado ao lixo hospitalar. No caso de materiais como gaze, esparadrapo, compressas cirúrgicas e sondas, as famílias recebem um saco de lixo hospitalar e são orientadas a encaminhá-lo ao posto de saúde mais próximo, para que o posto dê o destino correto.
No caso de materiais perfurocortantes, como seringas, as famílias recebem uma caixa própria, lacrada, só para colocar esse tipo de resíduo. ''No final do tratamento, as caixas são recolhidas. Quando a própria equipe do PSF ou da internação domiciliar produzem o lixo, eles mesmos já recolhem e levam os resíduos de volta'', explicou Marilda.

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