Outras cidades têm mesmo desafio
O administrador do Cemitério Municipal de Arapongas, Luiz Carlos de Lima, afirma que o problema da falta de vagas para novas sepulturas só deverá ser resolvido na próxima administração municipal. ''Ainda temos 4 mil metros quadrados para a instalação de jazigos'', informa. A área é suficiente para abrigar 400 sepulturas.
Assim como em Rolândia, o cemitério deve criar mais vagas com a verticalização dos túmulos antigos. Mas como a demanda é grande - a média é de 750 sepultamentos por ano - o problema deve se agravar no ano que vem. A prefeitura informou que uma empresa de planos funerários já decidiu investir na construção de um novo cemitério na cidade, mas vem esbarrando em negativas de licenças ambientais.
Em Cambé, a parte antiga do Cemitério Municipal Padre Symphoriano Kopf, que abriga 6,3 mil túmulos, já não tem jazigos disponíveis para a venda. Com isso, não há como as famílias reservarem um terreno. Só há vagas na parte nova, que tem o formato de cemitério-parque. E ainda assim, são apenas 90 unidades disponíveis.
Em Ibiporã, a situação do Cemitério São Lucas é menos preocupante. O coordenador da Divisão de Cemitérios, Paulo Ribeiro, garante que haverá espaço para sepultamentos nos próximos seis anos. ''Estamos aproveitando as áreas disponíveis para construir gavetórios. Também estamos ampliando o ossário.'' (L.F.M.)





