E depois do falecimento do sempre notável cirurgião plástico Ivo Pitanguy, que aos 94 anos, de cadeira de rodas, desfilou com a tocha olímpica, na sexta-feira, no Rio, teve uma parada cardíaca e faleceu um dia depois; o ex-jogador e ex-técnico da seleção brasileira Mario Jorge Lobo Zagallo, também na cadeira de rodas, carregou a tocha na sexta, e ontem foi internado no Hospital Barra Dor.

Galvão lavou a alma ao criticar a seleção!
O narrador esportivo Galvão Bueno, que comanda equipe esportiva da Rede Globo na cobertura dos Jogos Olímpicos, transmitiu a partida em que o Brasil não saiu do zero diante do Iraque, uma equipe que "foi na bola como se fosse à luta por um prato de comida", disse-nos o hoteleiro londrinense Roberto Vezozzo, que como todos os brasileiros não se conforma com a produção da equipe, com o futebol medíocre apresentado e com o fato dos jogadores saírem, sob vaias, e correndo para os vestiários, sem aceitar dar qualquer entrevista aos repórteres. Ronaldo Fenômeno até tentou defender os atletas, dizendo que eles falariam depois, mas Galvão e o comentarista não concordaram com ele. Concluíram que Neymar está irreconhecível, que está nervoso e sem as melhores condições de ser o capitão da equipe e que o técnico também deixou a desejar nos jogos contra a África do Sul e neste domingo diante do Iraque. Os iraquianos, que vivem em um país destroçado pela guerra, quase ganharam da seleção poderosa do Brasil, pois aquela cabeçada de um zagueiro deles que bateu na trave, com o goleiro Everton vencido, seria o tiro de misericórdia no selecionado brasileiro. Acredito que todos vão concordar, com aqueles que dizem o seguinte: o que esperar de uma seleção de uma CBF, cujo presidente está preso nos Estados Unidos, o vice que assumiu, não pode deixar o Brasil, que será preso, e o pessoal da Fifa já disse que não sabe com quem conversar aqui na CBF. Uma tristeza para este futebol que já teve Pelé, Mané Garrincha, Leonidas da Silva e tantos outros, como os melhores do mundo, e, enfim, foi várias vezes campeão do mundo.




n n Transgêneros poderiam escolher o banheiro masculino ou feminino que desejasse, através de lei aprovada, em maio último, pelo presidente Barack Obama. Vários estados tentaram derrubar isso, mas não conseguiram. Agora, a Suprema Corte dos EUA bloqueou o direito de um garoto transgênero (que ainda não foi operado) usar o banheiro destinado ao público feminino. Ele usa roupa feminina, mas tem pênis e para a corte norte-americana "se tem pênis é homem...". E música brasileira diz que "ser um homem feminino não fere o meu lado masculino..."

n n Em Paris, homens e mulheres usam o mesmo banheiro, em diversos locais da bela capital francesa. Dizem os analistas que isso é apenas questão de cultura. Aqui no Brasil, seria um escândalo e daria margem a muitos comentários. Aqui, "banheiro é local malicioso", já disse Lindinha Chupeta, que já foi uma globetrotter.

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