A bela londrinense Renata Tomasetti Marcondes está passando as férias de julho com a família em Londrina, e aproveitando para rever seus inúmeros amigos e aproveitar a cidade. Como se sabe, ela já desfilou aqui para várias boutiques e emprestou seu rosto bonito para vários folders. Agora está estudando medicina na PUC de Curitiba, sempre com grande incentivo dos pais, a psicóloga Tônia Tomasetti Marcondes e o médico Walter Marcondes Filho, presidente da Associação Brasileira de Adolescentes.

Do Pró-Vida - Na inauguração do Serviço de Eletrofisiologia Clínica e Ablação por Cateter, na Santa Casa de Londrina, que é dirigido pelo competente cardiologista Cláudio Fuganti, as presenças de Leonice Camarani El Kadri e Maria Bortoni, respectivamente, presidente e integrante do Grupo de Apoio Pró-Vida, que trabalha pela Santa Casa de Londrina. A propósito de Leonice, ela e o marido, Kamal El Kadre, e os pais dele viajam para o Líbano, em meados de agosto. Vão rever parentes e ele cuidar de alguns negócios que a família tem por lá.

Curso de voz
Silvia Rabelo Pinho, autora de diversos livros e artigos na área da voz, vem a Londrina, dia 31 próximo, a convite do Cefac, para dar curso de voz cantada a todos os interessados. Audrey Januário e Rozanne Mello serão suas anfitriãs. Silvia Pinho é famosa. Já ministrou cursos na Argentina, Estados Unidos, Japão, Portugal e Venezuela.

- Grupo de produtores rurais reúne-se hoje, no Rodeio para o tradicional aperitivo


Vão trabalhar em Aspen
Os jovens londrinenses Karine Daher Barros de Paula e Weber de Arruda Leite foram classificados pelo Student Travel Bureau para trabalharem em Aspen, famosa estação de esqui do Colorado, EUA, durante três meses, a partir de 20 de novembro. Trata-se de um programa especial para estudantes bem preparados, pois lá o falar inglês tem que ser fluente.

Comemorando
Estão aniversariando hoje Luis Augusto Muller, João Magalhães, Wilson Gonçalves, Hermenegildo Teixeira, Jaime Dias Ferreira e a médica Ana Paula Juliani. Amanhã festejam seus aniversários Marina Pedriali Nóbrega, Mariana Figueiredo e Terezinha Scandelae, esposa do governador do Rotary, Otávio Scandelae. Na segunda-feira os abraços serão para Rose Merfcer Santos, Wanderley Lopes dos Santos, Helô Bettoni, Maria Angélica Vezozzo e para os irmãos Rodrigo e Fábio Teóphilo.


- José Joaquim Martins Ribeiro e a diretoria eleita tomarão posse, dia 30, no Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis, Assessoramento, Periciais, Informações e Pesquisas de Londrina. Será às 19h30 no auditório do CRC, à rua Espírito Santo, 199, em Londrina. A festa acontecerá no mesmo dia, das 22 horas em diante, no Londrina Country Clube.


Homenageando
O Brickell Key homenageia hoje, durante sua feijoada, o Festival de Música de Londrina que está chegando ao seu final.

Desfile de modas
A passarela do Armazém da Moda estará bastante movimentada, hoje à tarde, com o desfile da coleção outono-inverno, mostrando o estilo de cem confecções. A partir das 15 horas. As modelos são da Agência VIC e prometem um show de moda e elegância.

Aula inaugural
Segunda-feira, às 19 horas, no auditório do edifício Twin Towers, a Faculdade Inesul promove a aula inaugural de seus cursos de ciências contábeis, administração e normal superior.

A Academia Body By Brazil, de Ana Carlota Almeida e Telma Mello, citada na revista Boa Forma, como importante integrante do Body Sistem.

O Trio Tigrão apresenta-se hoje no centro de convenções do Hotel Sumatra. No último show, muitas pessoas foram matar as saudades da bossa-nova, MPB e boleros em desfile.

Brandão pede que UEL destine 20% das vagas de professores para os negros

O professor Jaime Gonaçalves Diniz, na foto, o popular Brandão, chegou a Londrina em 1947, vindo com sua família, de Itaquera, que fica na grande São Paulo. Aqui ele estudou e aprendeu a profissão de alfaiate com Eduardo Quinteiro e Tadashi Karino. Foi um excelente calceiro. Tanto que chegou a montar sua loja de calças e outras confecções na rua Acre. Seu slogan era conhecido, pois rodava em emissoras de rádio e na era publicado em anuncio na própria Folha. Dizia: ‘‘Adão não se vestia, porque Brandão não existia!’’ Entre os fregueses dele, Nando Milanez e Witney Macarini.

A origem do apelido
Garoto, Brandão jogava futebol no time do Sete de Setembro, da Vila Casoni, onde morava. E foi o técnico José Prescentini que colocou o apelido de Brandão, por causa do centro-médio Brandãozinho, da Portuguêsa de Desportos, de São Paulo, que formava o famoso trio com Djalma Santos e Ceci. Do futebol para o basquetebol foi um pulo. No Colégio Estaual, onde estudou, jogou com Flávio Pomim, Jeová, Antenor, Balarotti e outros craques de bola. No time do Guanabara, de Esmeraldo de Souza, formou ao lado de Cariola, Gogô, Oribe Frigeri, Nico, Dadico, o craque de Ponta Grossa e etc. Acabou técnico de várias seleções femininas de Londrina. Inclusive na disputa dos Jogos Abertos do Paraná.

Professor na UEL
Brandão ingressou na UEL, por concurso público em 87. Concorreu com 15 candidatos e passou em primeiro lugar, provando que o negro não é inferior a qualquer outra raça e que tem, sim, capacidade para estudar e conquistar o seu lugar ao sol. Quando ele chegou à UEL, como ele, só havia o professor Antonio Carlos Gomes, hoje PhD em educação física e coordenador, em Curitiba, do Clube Atlético Paranaense. Jaime Gonaçlves Diniz está há 17 anos lecionando na Universidade. Com 69 anos de idade, faltam cerca de três para chegar à chamada compulsória. E terá que se aposentar como professor.

A cota para os negros
Brandão disse ontem na Folha que ‘dos quase dois mil professores da Universidade Estadual de Londrina, apenas seis são da raça negra’. Ele pede então que a reitoria e o conselho de administração ou universitário destine 20 por cento das vagas de professores para os profissionais negros, que desejam ingressar no ensino universitário. Assim como a UEL pretende destinar 20 por cento das vagas para os alunos de raça negra, que estão em escolas públicas, e que vão para o vestibular. Brandão acha errado. E pede que as vagas sejam também para os estudantes negros que estão matriculados nas escolas particulares, porque, disse ele, caso contrário, será continuar a discriminação.

Chega de indiferença
Brandão não alivia: ‘‘Dou meu testemunho. Eu me senti discriminado quando entrei na UEL. Parece que não me queriam no departamento. Passei por todo esse processo. Me sentia menosprezado por alguns docentes brancos e até de outras raças’. Disse aqui na Folha que ele, e a irmã dele, Maria Conceição Diniz, professora de atletismo na Universidade de Maringá, mostraram que o negro tem capacidade. Ela, por exemplo, é atual vice-presidente da Federação Paranaense de Atletismo. E faz um trabalho brilhante com os meninos de rua de Maringá. Declarou que, pelo que o negro sofreu, na pele, amarrado em muitos troncos, até que é pouco o que estão oferecendo. O negro não podia abrir a boca que ia para o tronco, afirmou. Hoje em dia, o negro ainda é tímido, não defende seus direitos. Precisa brigar mais por eles.
n Brandão fala espanhol, deu curso de basquetebol na Argentina, trabalhou por lá em colônia de férias e disse que os negros precisam de oportundiades para mostrar seus talentos, não só na UEL, mas em cargos de primeiro escalão de Prefeituras, do Governo do Estado e da União. Para ele, o Brasil não é um país branco, mas sim uma mistura de vozes e de cores. Somos um país quase mulato, como cantava Ari Barroso. Ele tem conversado bastante com alunos africanos que vieram de Cabo Verde e Moçambique estudar na UEL. E afirmou que vai observar o que a UEL decidirá a respeito. Acha que a comunidade negra precisa levantar sua voz!

mockup