Justiça brasileira e a estatísticaDe acordo com informe do CNJ, cada magistrado brasileiro conseguiu resolver, em 2015 a média de 146 processos por mês. Números que devem ter crescido 5% em 2016 e 7% em 2017, comentaram advogados ouvidos a respeito. Mas ao contrário do que se esperava, o aumento de processos eletrônicos não facilitou muito para os juízes de direito e seus assessores. Por isso, dizem que a fila que anda menos ainda é a da Justiça estadual, com mais de 70% dos casos aguardando decisões. Os acordos são poucos. A Justiça do Trabalho ainda é a que mais consegue, mas depois que o presidente FHC e os deputados e senadores seus amigões acabaram com os juíizes classistas, o número de acordos diminuiu muito. Por isso, só 25% das ações trabalhistas foram resolvidas por acordos. Na Justiça estadual, apenas 9% de acordos. Na Justiça Federal, 3%. Na Justiça Eleitoral, só 1%. Se não entrassem mais ações em todos os juízos, mesmo assim o Poder Judiciário levaria de 3 a 4 anos para colocar a casa em dia, isto é, zerar o estoque de processos, se continuar no ritmo atual.
Para Silvio Santos,o dono do SBT, o seu grande concorrente no domingo é Fausto Silva, o Faustão do Domingão. Silvio já chegou a oferecer, por terceiros, ou seria sondagem, quase o dobro do que Faustão recebe para mudar de endereço de emissora. Mas foi aconselhado a não medir forças com os Irmãos Marinho.
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Luiz Philippe diz que as monarquias são positivas e seria ótima para o paísO deputado federal Luiz Philippe de Orléans e Bragança, eleito pelo PSL, com grande votação em São Paulo, declarou ontem, em entrevista à JovemPan, na capital paulista, que "todas as monarquias ocidentais foram e são extremamente positivas, e não vinculadas com os governos". Na monarquia, o monarca exerce a função de vetar aquilo que o governo está errando. O monarca representa a população, com o poder de veto. Luiz Philippe acha que a população é que decidirá se a monarquia seria ótima para os brasileiros, conforme ele afirmou em seu livro, que no ano passado lançou inclusive em Londrina, onde tem familiares. "Uma monarquia mais adequada ao século 21 é o precisamos. Mas terá que vir da população. Não quero ser rei, desejo ser um facilitador dessa vontade, que cresce naturalmente", afirmou. "Não há partido monárquico. De inicio, meu intento como deputado federal é representar aquelas ideias sobre e as quais aludi em meu livro. Vou representar aquilo que estabiliza o nosso sistema político. Se mais tarde o poder monárquico for necessário para estabilizar o Brasil, então sim,caberá à população decidir a respeito."
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O reverendo Osni Ferreira, pastor titular da Igreja Presbiteriana Central de Londrina, e chanceler da Unifil, almoçava ontem com amigos de São Paulo e da Suíça, na churrascaria Galpão Nelore. Falando também em inglês, tratavam da coordenação regional daqui sobre o dia 31 de outubro, em que será lançado o "Dia Mundial da Evangelização", destinado a todos aqueles que rejeitam os festejos do Halloween, que é uma criação do folclore norte-americano. "Temos bruxas soltas demais por aqui", disse-me um amigo que ouviu a conversa.
Em outra mesa, no mesmo Galpão, o administrador de empresas e inventor Luiz de Oliveira, londrinense que reside e trabalha há 40 anos em Salvador. Agora diretor geral da Inovin, ele está com 80 patentes registradas no Inpi. Luiz retorna amanhã a Salvador. A cada três meses vem a Londrina, a negócios. Será o entrevistado nosso, hoje, às 23 horas, pela Rede CNT.
Luiz Oliveira que estudou aqui na UEL, e na UFB, fez pós-graduação na Universidade de Nova York. Gosta de música e lembrou que Elvis Presley nunca veio apresentar-se no Brasil. Contou que quando Frank Sinatra almoçou com Paul Anka, em Nova York, pediu-lhe uma música e falou: faça-me um grande sucesso! Paul Anka então fez New York, New York. Precisa mais?
Happy hour em clima de Verão na ArelA programação social da Arel começou a todo vapor com o primeiro happy hour do ano. O evento realizado no último dia 25 foi aquele sucesso, contando com a participação de centenas de associados. A animação da banda "Não fomos nós" agradou a todos, com seu repertório diversificado, principalmente os clássicos do rock. Nas fotos de Rodrigo Rafael, flashes do movimentado e feliz reencontro de amigos e familiares.
Daniele Leite Santos e James Rogério
| Foto: Fotos: Rodrigo Rafael/Divulgação
Stella e Fernando Berbel recebendo os amigos e sócios
Gisele e Leonardo Fanelli com os filhos Lucas e Emanuel
Yara Schetium Donadel e Flávio Donadel Junior no festivo Happy Hour
Ana Maria do Carmo Dias, Vitor Tarli, Helena Cavalcante e Dolores Marczuk
Florindo Dalberto, José Antonio Franco Ribeiro, Ricardo Laffranchi, Fernando Berbel Jr. e Wagner Zanon