A análise da arcada dentária da ossada encontrada pela Polícia Civil na manhã de terça-feira no cafezal do Sítio Diamante, na zona rural de Londrina, descartou a possibilidade de ser da auxiliar de enfermagem Maria de Fátima Peixoto, de Cornélio Procópio.
Mas a polícia já trabalha a possibilidade de uma nova identificação. Segundo o delegado do 3º Distrito Policial, Jurandir Gonçalves André, a ossada pode ser de Tatiana Glória de Aquino Conde Capitani, desaparecida em agosto do ano passado. Na época do desaparecimento, Tatiana tinha 23 anos e segundo o delegado, morava com a mãe no Residencial Jamaica, na Avenida Arthur Thomas, Jardim Bandeirantes (Zona Oeste).
O delegado disse que a mãe de Tatiana, Verá Lúcia Conde Capitani, esteve ontem à tarde no Instituto Médico-Legal (IML) e reconheceu a ossada como sendo de sua filha. ‘‘Lavramos um auto de reconhecimento com o depoimento da mãe, que identificou as roupas de Tatiane’’, afirmou.
Mas, segundo André, para confirmar se a ossada é realmente de Tatiana, é preciso fazer exame da arcada dentária. ‘‘Isso será feito tão logo a família apresente a ficha odontológica da vítima’’, disse o delegado.

mockup