Osnildo diz que não há guerra entre as polícias
O caso Borges tem motivado queixas de alguns policiais civis, que se dizem vítimas de armações da Polícia Militar, que estaria municiando o Ministério Público e a Justiça com informações visando comprometê-los. O delegado-chefe da 15ª SDP, Osnildo Carneiro Lemes procurou desfazer especulações de que haveria uma guerra entre integrantes das duas corporações. Na única declaração à imprensa desde o início do caso, ele disse ontem à Folha que de parte da Polícia Civil, não há nenhuma guerra. Estou certo que da parte da PM também não. Estamos preocupados apenas em garantir segurança e integridade à população, disse.
Osnildo afirmou que gostaria que os objetivos da PC não fossem desviados por ninguém, e que o processo em curso na Justiça não tira o ânimo de continuar o trabalho.
A Folha tem procurado constantemente os policiais para que dêem sua versão sobre as denúncias do MP. No momento oportuno falaremos, com serenidade e em condições de deixar tudo muito claro, completou Osnildo Carneiro Lemes. O superintendente Manoel Pedro dos Santos disse que o que é dito antes do momento certo é precipitado, e o que é dito depois pode ser tarde, por isso haverá a ocasião adequada. (P.P.)





