Londrina - De acordo com a diretora de Acompanhamento Administrativo da Pró-Reitoria de Extensão (Proex) da UEL, Cristiane Medina, mais do que mudar a vida dessas comunidades, quem sai mais modificado é o aluno que participa do Projeto Rondon, ao tomar contato com um Brasil que ele não conhecia. "Eu mesmo já participei do projeto como aluna e como professora", expôs. Ela relatou que assim que o Projeto Rondon foi retomado, em 2005, a UEL foi uma das primeiras universidades a participar. "Antes do grupo viajar, sempre há um professor que vai na frente para deixar tudo organizado para que no dia que a equipe chegar esteja tudo certo", explicou.
São selecionados voluntários de duas instituições para cada localidade. "A ação de um grupo complementa a do outro. Cada universidade envia 8 alunos e dois professores", apontou. "É claro que nesses 17 dias não há como mudar a vida de uma cidade, mas com certeza os voluntários voltam modificados. O lema do Projeto Rondon é ‘Lição de vida e cidadania’ e o que eles aprendem é exatamente isso", ressaltou.
De 2006 a 2014, a UEL esteve presente em 22 operações do projeto, com a participação de 184 alunos e 47 professores.
Para participar da seleção, é necessário que o aluno esteja no último ou penúltimo ano do curso em 2015 e que tenha participado ou esteja participando de projeto de extensão. Os interessados poderão acessar o arquivo com o modelo de currículo no site http://www.uel.br/proex/rondon/. O currículo deve ser entregue na Proex até o dia 8 de agosto. Podem concorrer estudantes de 18 cursos. Os selecionados atuarão na Operação Porta do Sol, em Tacima (PB), de 23 de janeiro a 9 de fevereiro de 2015. (V.O.)

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