Golpe do estilete O falsário faz um recorte na área do valor extenso e do valor numérico do cheque, no centro do documento, para sacar valores muito maiores de cheques de terceiros. ''Um cheque seu de R$ 60,00 que caía nas mãos de um falsário pode ter o seu valor bastante aumentado, já que um novo valor é colado em cima. Esta falsificação é fácil de desmascarar, basta dobrar o cheque, no centro da folha, e ver se ele fica num formato contínuo, arredondado, como seria o normal. Se ele fica levemente 'quadrado', é sinal de que algo foi recortado e colado ali'', explica o perito Hildebrando Magno Rebello Filho.
Golpe do cheque sustado O dono do cheque tem o talão roubado e procura o banco para cancelá-lo. Entretanto, o falsário que tem acesso ao talão recorta números de outro cheque e os cola por cima do cheque cancelado. O novo número não consta como sustado e é recebido normalmente. ''De novo, é só verificar se o cheque que está sendo repassado não tem recortes ou números colados por cima'', afirma Magno.
Golpe do seguro Está se tornando corriqueiro entre pessoas idosas. ''Um falsário vai à casa da pessoa, se apresenta como funcionário da seguradora, de quem a vítima já é cliente, e diz que veio renovar o seguro. Aí, ele pede um valor simbólico em cheque, se oferece para preenchê-lo e escreve os caracteres com grandes espaços, para depois inserir outros números e aumentar o valor do documento. A vítima só assina o cheque'', explica Magno.

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