Os diagnósticos
Reconhecemos que existem dificuldades. Até agora, classificaria a saúde pública em Foz como delicada, mas o descredenciamento da Santa Casa do SUS representará o caos. Mas isso não vai nos impedir de tomar medidas extremas, caso haja risco de vida. A Prefeitura pagou todos os compromissos atrasados que tinha com esse, que é o principal hospital da cidade, e espera uma contrapartida. O que estamos assistindo é o resultado da falta de uma política voltada à prevenção. O sistema agia, até 4 anos atrás, da maneira inversa do que recomenda o SUS. Tudo era centralizado. A meta é nos mostrar capazes e conseguir a gestão semi-plena.
Ney de SouzaArmando Raggio - secretário estadual da Saúde





