Os benefícios de cada tipo:
- Farinha de maracujá: extraída da casca do maracujá, é riquíssima em pectina. A substância atua como coadjuvante no tratamento do diabetes, por apresentar ação hipoglicemiante. Seus benefícios não param por aí. A farinha auxilia na redução do colesterol e também no emagrecimento
- Farinha de banana verde: fonte de amido resistente, um tipo de carboidrato que não é digerido pelo nosso organismo e possui ação semelhante às fibras. Apresenta benefícios para diabéticos, porque age no intestino proporcionando menor absorção de glicose e evitando picos de glicemia. Atua na prevenção do câncer
- Farinha de uva: é fonte de diversas substâncias antioxidantes que combatem e previnem o envelhecimento celular, as doenças degenerativas e também ajudam a manter as paredes arteriais flexíveis, melhorando a circulação e reduzindo o risco de doenças cardiovasculares. Também auxilia na prevenção do câncer
- Farinha de açaí: é rica em proteínas, gorduras insaturadas, vitaminas do complexo B, E e potássio. É um mix de compostos antioxidantes e anti-inflamatórios que age prevenindo lesões causadas pelos radicais livres
- Farinha de maçã: é fonte de pectina, que reduz a absorção de gorduras e açúcares, além de proteger a microbiota intestinal. Previne doenças degenerativas e crônicas, como câncer de colon e reto, aterosclerose e diabetes. Contribui para a perda de peso e diminuição da inflamação das articulações
- Farinha de laranja amarga: possui a sinefrina, um composto bioquímico, que auxilia no emagrecimento, aumentando o metabolismo e promovendo a quebra da gordura. Além disso, melhora o funcionamento intestinal e reduz as taxas de colesterol e o risco de doenças cardiovasculares
- Farinha de coco: tem índice baixo em carboidratos de fácil digestão e não contém glúten. É indicada para diabéticos e celíacos (pessoas que apresentam intolerância permanente ao glúten)
Fonte - Lilian Lourenço, nutricionista de Londrina





