Origem de cloro em lago de parque ainda é desconhecida
PUBLICAÇÃO
domingo, 26 de novembro de 2000
Celso Mattos de Londrina 
A Autarquia Municipal do Ambiente (AMA) e Instituto Ambiental do Paraná (IAP) continuam investigando a origem da descarga de cloro no Córrego Guarujá, em Londrina. O lançamento do produto, que causou a morte de centenas de peixes, foi detectado na quarta-feira. O problema atingiu a repressa do Parque Arthur Thomas, formada pelos afluentes do Ribeirão Cambezinho. Um deles, o Córrego das Pombas, recebe a água do Córrego Guarujá.
De acordo com o chefe regional do IAP, Andrew Pinheiro Neto, o trabalho é formiguinha. Estamos realizando uma investigação minunciosa para chegar até o culpado por esse desastre ecológico, afirmou. Sexta-feira à tarde foi feita mais uma medição da concentração de cloro na saída da tubulação da rede pluvial. O nível de cloro tinha caído para 1 miligrama por litro, o que não é suficiente para matar mais peixes, disse.
Pinheiro informou que a próxima medição será realizada amanhã. Ele não soube explicar para onde foram levados os peixes mortos que se encontravam dentro de uma camçaba à margem do lago do parque até anteontem à tarde. A diretora-técnica da AMA, Sílvia Saadjin, não foi localizada ontem pela Folha. Seu celular estava desligado.


