Londrina - Os excessos cometidos na barragem do Lago Igapó não são novidade para entidades e órgãos públicos. Entretanto, ações de fiscalização in loco estão longe de acontecer. A menos de 500 metros do local existe um posto da Guarda Municipal. Na área de aglomeração, contudo, nenhum guarda fica de prontidão. De acordo com o coronel Rubens Guimarães, secretário de Defesa Social, em breve deve acontecer uma força-tarefa no local. "Irei verificar, também, a possibilidade do grupo de guardas responsável pela região do Igapó permanecer na barragem. Só assim, conseguiremos coibir o mau comportamento, orientar e conscientizar a população."
Com relação aos ambulantes que estão trabalhando ilegalmente e usando espaço público como gramado e calçadas, a assessoria de imprensa da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) disse ter conhecimento, mas que poderia realizar algum tipo de notificação somente com a presença da Polícia Militar ou da GM.
Ainda de acordo com a assessoria, não haveria responsabilidade legal da companhia em disponibilizar um banheiro químico, mas esta até poderia colocar por meio de um projeto. "O maior problema é que não há recurso financeiro para contratar o serviço", informou.
O gerente de fiscalização da Sema, Luiz Campanha Filho, disse que as fiscalizações por conta do som alto acontecem somente em espaços físicos, comerciais ou residenciais. E, como se tratam de veículos com som potente, não seria atribuição da secretaria. "O Código de Trânsito prevê multa e até apreensão caso o volume do som esteja acima do permitido. Isso deve ser feito pela Polícia de Trânsito", explicou. Por sua vez, Jeferson Luiz de Souza, subcomandante do 5º Batalhão da PM, afirmou que as operações realizadas no ano passado serão retomadas. "Nada impede que alguém denuncie a situação e identifique-se, para que possa ser gerado um Termo Circunstanciado." (M.T.)

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