Opiniões sobre o bem viver são diferentes
Embora o representante da Associação Brasileira de Qualidade de Vida, Flávio Próspero, afirme que a qualidade de vida não está relacionada com a parte financeira, nem todos pensam assim. O operador de computador Luís Fernando Ovçar, 29 anos, acha que os dois são diretamente proporcionais. Ovçar diz que gostaria de ter mais tempo para si, mas prefere se dedicar à profissão para garantir um padrão de vida melhor, com tempo para almoçar em casa e conviver com a família.
A auxiliar de costura Cleoni Malcheski, 28 anos, já não é tão otimista. Ela acha que está longe da qualidade de vida que sonharia. Para ela, a solução seria ter dinheiro. Aí eu não precisaria trabalhar e teria tempo para fazer tudo o que quero, diz. Cleoni chega a trabalhar dez horas por dia e reclama da falta de tempo para almoçar e passear com os três filhos.
Curitiba tem boa qualidade de vida porque a parte ambiental é boa e existe oportunidade de emprego, defende o auxiliar jurídico Henrique Ressel, 21 anos.





