Operação da GM contra 'farra' no Igapó termina sem ocorrências
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segunda-feira, 07 de janeiro de 2019
Rafael Machado<br>Grupo Folha 
A primeira fiscalização montada no último final de semana pela Secretaria de Defesa Social, CMTU e Polícia Militar para impedir a presença de perturbadores de sossego nas imediações do Lago Igapó, principalmente na barragem e na rua da Canoagem, foi concluída sem incidentes. O secretário responsável pela pasta, Evaristo Kuceki, informou que a operação foi realizada nas tardes de sábado e domingo. "Ninguém apareceu com som alto, carro estacionado no gramado e ou consumindo bebidas alcoólicas. Apenas uma senhora que quis montar um ponto para comércio de alimentos no local foi advertida pelos agentes", disse.

A força-tarefa surgiu depois que os moradores da região reclamaram do som excessivo, bagunça e grande quantidade de lixo. Em 2018, a GM recebeu 1.407 denúncias da algazarra que acontece no Igapó. Kuceki garantiu que o patrulhamento vai continuar. "Vamos manter as viaturas fixas por lá. Quem mora por ali estava cansado de presenciar pessoas bebendo fora do horário permitido, uso de drogas e até sexo ao ar livre. Para estes casos, cabe prisão. Só são tomadas mais extremas em situações de desobediência", comentou.

O secretário elencou que o ponto da avenida Higienópolis onde está instalado um posto de combustíveis, perto da rua Riachuelo, e nas adjacências de um bar da rua Delaine Negro, ao lado da UEL (Universidade Estadual de Londrina), eram as localidades campeãs de perturbação. "Está bem mais tranqulo depois que intensificamos a fiscalização", explicou.
Evaristo Kuceki ressaltou que a população, através de fotos e vídeos, pode ajudar os guardas a identificarem os arruaceiros. "Além de contactar-nos pelo 153, que é o canal oficial de denúncias, as imagens e gravações ajudam bastante na investigação", completou.


