A primeira fiscalização montada no último final de semana pela Secretaria de Defesa Social, CMTU e Polícia Militar para impedir a presença de perturbadores de sossego nas imediações do Lago Igapó, principalmente na barragem e na rua da Canoagem, foi concluída sem incidentes. O secretário responsável pela pasta, Evaristo Kuceki, informou que a operação foi realizada nas tardes de sábado e domingo. "Ninguém apareceu com som alto, carro estacionado no gramado e ou consumindo bebidas alcoólicas. Apenas uma senhora que quis montar um ponto para comércio de alimentos no local foi advertida pelos agentes", disse.

Imagem ilustrativa da imagem Operação da GM contra 'farra' no Igapó termina sem ocorrências
| Foto: Reprodução/Guarda Municipal


A força-tarefa surgiu depois que os moradores da região reclamaram do som excessivo, bagunça e grande quantidade de lixo. Em 2018, a GM recebeu 1.407 denúncias da algazarra que acontece no Igapó. Kuceki garantiu que o patrulhamento vai continuar. "Vamos manter as viaturas fixas por lá. Quem mora por ali estava cansado de presenciar pessoas bebendo fora do horário permitido, uso de drogas e até sexo ao ar livre. Para estes casos, cabe prisão. Só são tomadas mais extremas em situações de desobediência", comentou.

Imagem ilustrativa da imagem Operação da GM contra 'farra' no Igapó termina sem ocorrências
| Foto: Reprodução/Guarda Municipal


O secretário elencou que o ponto da avenida Higienópolis onde está instalado um posto de combustíveis, perto da rua Riachuelo, e nas adjacências de um bar da rua Delaine Negro, ao lado da UEL (Universidade Estadual de Londrina), eram as localidades campeãs de perturbação. "Está bem mais tranqulo depois que intensificamos a fiscalização", explicou.

Evaristo Kuceki ressaltou que a população, através de fotos e vídeos, pode ajudar os guardas a identificarem os arruaceiros. "Além de contactar-nos pelo 153, que é o canal oficial de denúncias, as imagens e gravações ajudam bastante na investigação", completou.

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