Opções estão nos shoppings e nas colônias de férias
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terça-feira, 03 de julho de 2001
Célia GuerraDe Londrina 
Os quinze dias de férias escolares das crianças provocam duas situações antagônicas, a alegria das crianças pelo tempo livre e a preocupação dos pais sobre como ocupar esse tempo. Há algumas opções de colônias de férias, atividades recreativas ofertadas nos shoppings e os cinemas com uma programção dirigida aos pequenos.
No Serviço Social do Comércio (Sesc-Aeroporto), a Colônia de Férias se inicia no próximo dia 9 de julho e se estende até o dia 27, das 13h30 às 17h30. A programação inclui atividades lúdicas e culturais, oficinas e passeios para crianças de 6 a 12 anos. A Colônia é aberta a toda a comunidade com um custo diário de R$ 3,00 onde não estão inclusos o lanche e os passeios.
Outra opção de colônia de férias é oferecida, durante todo mês de julho, no período da tarde, pelo Recanto Ecológico Natureza ou fazendinha como é mais conhecido. A programação está intimamente ligada à vida rural. O custo diário na fazendinha, incluindo o lanche, é de R$ 12,00 ou o pacote semanal a R$ 50,00.
Nos shoppings da cidade os programas estão em fase de organização. No Catuaí, segundo sua assessoria, a praça de eventos será palco de muitas atividades culturais e recreativas para crianças de 6 a 12 anos. O tempo máximo de permanência dos pequenos será de 30 minutos.
Nos cinemas do Catuaí estão previstas as exibições de vários filmes dirigidos ao público infantil. Uma feira de filhotes e pequenos animais vai agitar o Shopping Royal Plaza até dia 22 de julho. Na programação dos cinemas também está prevista a exibição de filmes para as crianças.
A médica Denise Kley escolhe as colônias de férias para ocupar o tempo da filha Marcela, de 9 anos, pois entende que o período deva ser ocupado com muita diversão e criatividade.
Já para a doméstica Irene Pereira dos Santos, as férias são sinônimo de transtorno, pois não tem quem cuide dos filhos, duas adolescentes, uma de 15 e outra de 12 anos e um pequeno de 4 anos. No mês de julho a preocupação não se estende ao filho caçula pois a creche não fecha. A filha mais velha ela optou por arrumar um trabalho e mudar o horário das aulas para a noite.
Para a filha de 12 anos, Kátia Gomes da Silva, a opção que restou à Irene foi trazê-la para o seu trabalho. Outras atividades é para quem tem dinheiro, eu só posso contar com a colaboração da minha patroa. justificou Irene.


