Ônibus favorece passageiros da RML
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domingo, 02 de outubro de 2011
Érika Gonçalves <br> Reportagem Local 
A partir de hoje, os moradores de Porecatu, Alvorada do Sul e Bela Vista do Paraíso (Norte) contam com uma nova opção de transporte, com uma linha que ligará os três municípios. De acordo com Sérgio Bonatto Cardozo, coordenador de transporte rodoviário comercial do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), não foi aberta uma nova linha, apenas a alteração do tipo de ônibus. ''Por isso quem continua a operar é a Viação Ouro Branco. Os ônibus sairão em três horários de Porecatu e de Bela Vista do Paraíso, passando por Alvorada do Sul.''
De acordo com a assessoria de imprensa da Viação Ouro Branco, a maior vantagem será o custo da passagem, menor do que o atual. O trecho entre Porecatu e Alvorada do Sul custará R$ 2,60, assim como entre Alvorada do Sul e Bela Vista do Paraíso. Quem comprar o trecho Porecatu - Bela Vista pagará R$ 4,35. O valor do ônibus rodoviário era de R$ 10,74 para este mesmo trajeto. São atendidos em média 4 mil passageiros por mês.
Quem precisa vir de Porecatu para Londrina também será beneficiado. Fazendo a conexão em Bela Vista, o valor até Londrina é de R$ 3,75. No total, o usuário gastará bem menos no trecho todo entre Porecatu e Londrina do que pagaria para ir apenas até Bela Vista do Paraíso.
O tempo de viagem entre Bela Vista e Porecatu será de 1h10. Haverá isenção para idosos e possibilidade de usar o vale-transporte. O coordenador lembra que por ser um ônibus metropolitano os passageiros poderão viajar em pé.
O auxiliar administrativo Emerson Mello, de Porecatu, vem três vezes por mês para Londrina, para fazer tratamentos médicos e também acompanhar sua mãe. ''Acredito que vai ser muito bom, pela economia e também se houver várias opções de horário'', comentou, ao desembarcar na Rodoviária de Londrina.
Segundo o coordenador do DER, desde 1º de setembro está sendo realizado o Plano Diretor do Transporte Coletivo Intermunicipal, um estudo do sistema de transporte do Estado para detectar quantas e quais as linhas que precisam ser implantadas ou transformadas em transporte metropolitano. ''Esse estudo deve durar 12 meses e conforme as necessidades forem sendo identificadas, já vamos providenciando a resolução'', garantiu Sérgio Bonatto Cardozo.


