A direção da ONG Adé Fidan, que presta assistência a profissionais do sexo e desenvolve ações de prevenção à Aids e Doenças Sexualmente Transmissíveis (Aids/DST), reclamou ontem que as remessas de preservativos continuam sendo insuficientes para atender a demanda da entidade. A ONG recebia 5,7 mil camisinhas por mês mas há cerca de três meses passou a receber uma cota de apenas 3,4 mil/mês.
Com isso, ações importantes que eram feitas junto à mulheres com parceiro fixo e junto a adolescentes continuam suspensas. ''Continua tudo na mesma situação. Falam que vai chegar na semana que vem só que essa semana que vem nunca chega'', criticou o presidente da ONG, Edison Bezerra.
A Folha publicou reportagem sobre o assunto em 20 de maio e a justificativa foi de que o problema teria relação com dificuldades na importação do produto. A promessa, no entanto, era de que a falta de preservativos seria solucionada em poucos dias.

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