A diretoria da Organização Não-Governamental (ONG) Viver entrou em contato ontem com o promotor Leonir Batisti, da Promotoria de Investigações Criminais (PIC), para solicitar intervenção na proibição de entrada dos voluntários imposta pelo Instituto do Câncer de Londrina (ICL).
Segundo o advogado da ONG, Roberto Severo, o ICL não poderia impedir a entrada dos integrantes da Viver. ''Apesar de ser uma instituição privada, (o ICL) recebe verba pública e deve deixar a sociedade participar'', destacou.
O promotor Batisti disse que deve se reunir com representantes da ONG e do ICL para ''tentar um consenso para afastar esta situação''. A direção do ICL declarou anteontem que a proibição se deve à interferência de voluntários da ONG no trabalho de médicos e funcionários. O diretor-presidente do hospital, Nuno Ballalai, não foi encontrado para comentar o assunto.

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