ONG organiza mutirão contra a dengue
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domingo, 09 de fevereiro de 2003
Ana Setti<br> Reportagem Local 
ONG organiza mutirão contra a dengue
Inspirado no eslogan ''Londrina unida contra a dengue'', definido em reunião realizada no Hotel Sumatra, na manhã de ontem, acontecerá, no próximo domingo, das 8 às 12 horas, o primeiro mutirão social contra a dengue. A iniciativa coube à ONG Rede Unida, que congrega profissionais e estudantes da área de saúde, e conta com o apoio técnico e logístico da empresa administradora Consórcio União, ambas as organizações atuando em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde, a 17 Regional de Saúde e o Conselho de Saúde da Região Sul de Londrina. O mutirão também está aberto à participação de toda a comunidade, que poderá obter mais informações a partir de segunda-feira, em horário comercial, pelos telefones 3377-7000 (Consórcio União) e 3324-2340 (Rede Unida).
Segundo a assessoria de comunicação da Rede Unida, a estratégia de ação vai ser estabelecida no decorrer da semana, mas o destino prioritário deste primeiro mutirão deverá ser a zona leste de Londrina, cujos bairros apresentam uma situação mais crítica e emergencial. Os participantes, municiados de bonés e camisetas com o eslogan da campanha, serão divididos em grupos de trabalho e, sempre acompanhados por um agente de saúde, percorrerão os bairros em busca de focos do mosquito e para levar aos moradores informações e orientação sobre os procedimentos preventivos mais adequados.
Como explica Márcio Almeida, coordenador da Rede Unida, ''é importante que a sociedade se mobilize, antes que a situação se torne mais grave e de difícil controle''. Nesse sentido, realça, ''todos podemos ajudar''.
O chefe da 17 Regional de Saúde, Gilberto Martin, considera a ''iniciativa excelente''. Sua expectativa, inclusive, é de que outros setores e segmentos da sociedade também se sintam motivados a participar. ''A saúde pública sozinha vai ter dificuldade'', avisa. Como informa Gilberto, já são 154 os casos de dengue confirmados em Londrina e ''mais de 92% das ocorrências concentram-se na região leste''.


