Professores e alunos aprovam os projetos desenvolvidos no colégio. A professora de matemática Fábia Melissa Siqueira está dando oficinas de geometria e matemática para os alunos. Ela disse que os alunos estão procurando sozinhos a lógica da matemática no
dia-a-dia. Eles confeccionam jogos, igrejas e casinhas utilizando formas geométricas aprendidas em sala de aula. Torres e dominós com frações são usados durante a explanação pedagógica. ‘‘Acho isto fundamental’’, avaliou a professora.
A aluna Karina Da Hora Silva, de 14 anos, disse que já estudou em outro colégio e não consegue fazer comparações. ‘‘É muito diferente. Aqui é melhor. Tanto no ensino como na qualidade dos professores’’, salientou. Franciele Mendes, de 15 anos, que faz o 1º ano do Ensino Médio, disse que não é à toa que a escola é considerada modelo. ‘‘Falta alguma coisa. Mas a gente vê que o que é feito é feito com amor’’, declarou.
A diretora Juara Almeida Ferreira concorda que faltam ainda investimentos. Ela quer montar salas de artes, jogos e ampliar o espaço para educação física. ‘‘Precisamos de parcerias’’, disse ela. A Secretaria de Estado de Educação (SEED) repassa R$ 1,3 mil por mês para o colégio, valor utilizado apenas para o ensino fundamental.
A instituição precisa ainda de um professor para o laboratório de Ciências, parcialmente abandonado desde que o titular foi removido pela SEED para atender a outra escola. ‘‘A escola foi penalizada, mas temos esperança que venham pessoas gabaritadas para suprir esta lacuna’’, destacou ela.
A segurança do colégio é garantida com alarmes e seguro. As portas das salas de aulas ficam trancadas e cada professor tem uma cópia da chave.(L.P.)

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