Como aproveitar melhor o Parque de Exposição de Campo Mourão e evitar prejuízos com a sua manutenção? Essa é a principal pergunta que lideranças do município vão tentar responder amanhã, durante reunião promovida pela Agência de Desenvolvimento Cidade Pólo e pela Associação de Pecuaristas da Região de Campo Mourão (Aprecampo). O encontro será no próprio parque, onde a Aprecampo, que administra o local, mantém sua sede.
Inaugurado em 1981, quando Campo Mourão realizou sua 2ª Exposição-Feira Agropecuária Comercial e Industrial (Expocampo) - a primeira aconteceu na sede do CTG Índio Bandeira -, o parque de exposição ocupa uma área de 175,2 mil metros quadrados às margens da BR-158, saída para Maringá. O local praticamente só é usado duas vezes por ano. Durante a Expocampo (cerca de 10 dias) e na Festa das Nações e do Carneiro do Buraco, que acontecem simultaneamente em julho (cinco dias).
‘‘Temos prejuízos com a manutenção’’, queixa-se o presidente da Aprecampo, Gabriel Borsato. A entidade é responsável pelo parque desde 1993, quando recebeu o ‘‘presente’’ da Prefeitura através de um termo de comodato. ‘‘Vamos discutir formas inovadoras tentanto viabilizar a instalação de um centro de eventos no parque’’, diz o coordenador da AD Cidade Pólo, Jacó Gimenes. A idéia é unir as liderança em torno de um projeto denominado ‘‘Parque 2001’’.
O parque conta com cinco pavilhões para gado de argola, dois pavilhões para exposição de cavalos e um pavilhão para ovelhas, mangueira coberta, recinto de leilões, pavilhão de pequenos animais, barracas-restaurante, pavilhão administrativo, pista para julgamento de animais e provas de laço, pavilhão da indústria e comércio e arena para rodeios e shows.

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