O secretário de Obras de Cambé, José Ruiz Rodrigues, disse que na época em que os bairros foram loteados não existia uma lei exigindo que os espaços fossem entregues com rede de esgoto. Segundo ele, foi solicitado à Sanepar elabore o projeto da rede. ''Nós pedimos prioridade para os bairros da lateral da Estrada da Esperança, que é o caso desses moradores. São cinco bairros ali na mesma situação'', disse. Conforme a assessoria de imprensa da Sanepar, não há previsão de instalação da rede de esgoto naqueles bairros e esta é uma obra que deve ser concluída a longo prazo.
Rodrigues disse que o asfaltamento da Estrada da Esperança (que é de paralelepípedis) e a finalização de uma das vias da Bento Munhoz da Rocha estão nos planos da secretaria. ''O prefeito está aguardando um recurso da Secretaria de Infraestrutura e Logística do Estado'', disse. O secretário informou que a construção de calçada é de responsabilidade dos proprietários dos lotes.
O gerente da TIL - Transportes Coletivos, Adalberto Lopes, informou que a instalação dos pontos é uma responsabilidade da prefeitura. Ele acrescentou que, caso seja solicitado pelo município, a empresa pode fazer um estudo para avaliar se é viável a instalação de novas linhas nos bairros.
A respeito da falta de telefones públicos, a reportagem tentou contato com a empresa OI que tem a concessão da telefonia pública em Cambé, mas não obteve resposta.
Sobre a presença de animais peçonhentos, o secretário de Ambiente, Claudiney Gloor, disse que as equipes da secretaria fazem roçagem dos terrenos com frequência para evitar a proliferação. ''Não fazemos a aplicação de veneno, mas conversamos com a equipe da Vigilância Sanitária que nos informou que estes animais não apresentam risco à saúde humana. Recomendamos, no entanto, que as pessoas façam a dedetização de suas residências''. (M.A.)

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