Obras complicam trânsito em Maringá
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terça-feira, 12 de novembro de 1996
Marcos Zanatta 
Sem sinalização nem policiamento, o trânsito ficou complicado ontem próximo aos pontos interditados da avenida São Paulo, no centro de Maringá. A Secretaria de Transportes está alertando os motoristas para utilizarem outras avenidas de ligação entre o centro e a zona norte da cidade.
Várias alterações estão sendo feitas para facilitar o tráfego no trecho, que recebe em média 30 mil veículos por dia. A Avenida São Paulo ficará interditada por pelo menos 40 dias para a construção do viaduto ferroviário, que faz parte das obras do Novo Centro.
Uma das alternativas de ligação para quem vai do centro para os bairros é utilizar o prolongamento da Rua Piratininga, entregue ontem. Paralela à São Paulo, a rua foi aberta no trecho do Novo Centro, entre as avenidas Tamandaré e Prudente de Moraes, na Zona 7. Para quem chega na cidade, pela PR-317, a alternativa é pegar a Avenida Colombo à direita e entrar na Avenida Herval. No final de semana, operários da Secretaria dos Transportes fizeram alterações no cruzamento, permitindo o acesso à Herval de quem trafega na Colombo no sentido Leste-Oeste.
A interdição da São Paulo mudou também o intinerário final de algumas linhas do transporte coletivo urbano e metropolitano. Os ônibus que vêm pela Avenida Mauá para o terminal, vão acessar a São Paulo até a Tamandaré, evitando o contra-fluxo na Rua Joubert de Carvalho. Os coletivos que vêm dos bairros da zona norte, entram pela Avenida Prudente de Moraes e acessam o terminal pelo trecho da Herval, no Novo Centro.
A intenção da Urbamar, empresa pública responsável pela urbanização do Novo Centro, é liberar a Avenida São Paulo em 40 dias. A Avenida Duque de Caxias, interditada há uma semana, deve ser liberada em 25 dias. Se as chuvas diminuírem vamos cumprir o cronograma, prometeu Jorge Tranjan, presidente da Urbamar. Com a Duque de Caxias e a São Paulo liberadas, começam as obras nas avenidas Paraná e Pedro Taques, que juntas recebem mais de 65 mil veículos por dia. Os motoristas têm que entender que esta situação é temporária e que depois o trânsito vai melhorar sensivelmente, argumenta Tranjan.


