Considerada uma das sete maravilhas mundo moderno, a Usina de Itaipu, no Rio Paraná, foi resultado de um acordo, feito ainda na década de 60, entre Brasil e Paraguai. Com previsão de um crescimento econômico explosivo para os anos 70, tornava-se mais do que necessária a construção de uma usina que garantisse energia para todo o País. A hidrelétrica começou a se tornar realidade em fevereiro de 1971.
Muitos eram contra, achando que se tratava de mais uma obra faraônica do governo que, naquele mesmo momento, construía a Transamazônica e a Ponte Rio/Niterói. Mas o certo é que hoje ela é um dos maiores complexos de geração de energia do País, já tendo produzido, desde a entrada em operação da primeira unidade geradora, em 1984, mais de 800 bilhões de kWh.
Número que faz justificar vários outros. A quantidade espetacular de concreto, ferro e aço empregados na obra, seria suficiente para se construir pelo menos 210 estádios do tamanho do Maracanã, ou 380 torres iguais à Eiffel, em Paris.
Outra área em que Itaipu tem um papel relevante, e também bons números, é a do turismo. A marca de visitantes até agora já chega aos 10 milhões, de 164 países. Marca que deve aumentar ainda mais quando forem concluídos alguns projetos em andamento. Entre eles está a iluminação da usina com shows de luz, água e som. Um presente à altura de 25 anos de Itaipu, ou ‘‘a pedra que canta na água’’, segundo os guaranis que habitavam o local. (V.A.)

mockup