O tormento diário dos buracos pelo caminho
PUBLICAÇÃO
sábado, 09 de abril de 2011
Carolina Avansini <br>Reportagem Local 
A má conservação do pavimento asfáltico tornou-se um tormento para quem precisa caminhar ou trafegar pelas vias urbanas. As condições precárias impõem obstáculos a pedestres, motoristas e ciclistas de pequenas, médias e grandes cidades do Norte e Noroeste do Paraná que, diariamente, enfrentam buracos de todas as dimensões para chegar aos seus destinos.
Resultado da falta de manutenção, o problema causa prejuízos financeiros e físicos a quem não consegue desviar dos trechos mais danificados. Despesas com conserto dos veículos, risco de quedas e acidentes são as principais reclamações da população das cidades que convive com as ruas esburacadas.
Londrina, Arapongas e Rolândia, no Norte, e Maringá e Sarandi, no Noroeste, foram visitadas pela reportagem da FOLHA na última semana. Em maior ou menor proporção, foi possível constatar que os buracos existem e atrapalham a rotina de quem tem de enfrentá-los para sair ou chegar em casa.
A situação caracteriza omissão do poder público, garante o advogado e professor universitário Rodrigo Brum, de Londrina. ''A responsabilidade de conservação é do poder público que, se não o faz e causa danos à população, tem que responder pelos prejuízos.''


