Os mais desconfiados têm sempre um bordão na ponta da língua quando acham que algo não está certo. ‘‘Hum, nesse mato tem coelho’’, diriam. Mas quem passa pela Avenida Duque de Caxias, vê logo que não tem coelho no mato que cresce livre, leve e solto em boa parte da calçada. Sem manutenção, o tal mato empresta (e por enquanto não devolve) o espaço do pedreste.

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