Para defender-se de um vampiro emocional há uma única arma: manter distância deles. A psicóloga Fabiane Squarça explica que o psicopata é um doente intratável, porque não reconhece sua maldade. ''Não adianta querer lutar, medir forças, ou ainda esperar mudança, uma transformação. De uma pessoa assim o ideal é fugir ou tratar apenas do indispensável''
Ela explica que há maiores e menores índices de comportamentos psicopáticos nos vampiros emocionais, mas que isso não impede que sejam qualificados como psicopatas. ''A sociedade atual está cada vez mais doente. As pessoas já não prezam limites para alcançar seus objetivos e isso tem se tornado algo aceitável'', ressalta. ''Usando o gênero feminino como exemplo, podemos dizer que as mulheres devem desconfiar de 'príncipes'. Pessoas comuns não são perfeitas'', complementa, sobre os relacionamentos amorosos.
Elaine Letícia Honório foi vítima de um desses vampiros. Ela conheceu seu ex-namorado no local onde ele trabalhava. Atencioso, percebeu que a jovem era tímida e não cansou de sorrir e lançar olhares cativantes. Duas semanas depois os dois já estavam namorando. Em menos de um mês, Elaine se tornou motorista e cozinheira do namorado. Deu inúmeros presentes e pagou aluguel, água, luz e outras dívidas quando ele ficou desempregado. Quando também ficou desempregada, foi abandonada pelo rapaz. (B.M.)

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