'O limite funciona como uma cerca de proteção'
No Colégio Adventista, o administrador Sonir Brum de Oliveira, diz que a preocupação é fazer os alunos compreenderem a importância das regras e limites. Até mesmo o celular, febre entre os adolescentes, não pode ser usado. ''Os alunos respeitam as regras e a clientela procura a escola justamente por causa de sua tradição'', acrescenta. ''(O limite) funciona como uma cerca de proteção contra drogas e outros problemas'', completa o diretor de segurança do Adventista, Osni Dias Maciel.
Na escola, o aluno recebe orientações preventivas que abordam drogas, desarmamento, entre outros temas. Ele avalia que hoje a escola precisa ser mais rápida ''porque o mundo ficou mais ágil e o adolescente está mais contestador''.
''Temos a preocupação de trabalhar o aluno como um ser integral, com corpo, alma e espírito'', afirma o coodernador do Colégio Londrinense, Denilson Parolim. Ele analisa que as escolas hoje precisam encarar os problemas ou então ''a educação perderá sua importância como transformadora da realidade''. Ele também avalia que a saída está no envolvimento dos pais.





