Números alternativos garantem contato
Se a pessoa começa a ter reações frequentes como sentir uma tensão exagerada, uma sensação de vazio e de perda da liberdade quando esquece ou perde o celular, além de um elevado nível de ansiedade quando está sem o aparelho, ela deve procurar ajuda profissional, um suporte terapêutico, como orienta a psicóloga Nione Torres.
Assim como no dia a dia, no plano terapêutico algumas mudanças de atitudes podem contribuir para o tratamento da síndrome e tornar mais saudável o uso do celular: ''Uma delas é dar aos amigos ou colegas de trabalho alguns telefones alternativos (da família ou namorada) para continuar acessível caso o celular esteja indisponível e fazer ou salvar outra agenda de telefones para o caso de perda ou furto do aparelho'', exemplifica Nione.
Dependendo da intensidade e da frequência com que esse comportamento de dependência - demonstrado na preocupação exagerada de estar conectado com o mundo em tempo integral - se manifesta, a psicóloga alerta que a nomofobia pode trazer prejuízos à qualidade de vida. (M.F.C.)





