Na audiência, o juiz Álvaro Rodrigues Júnior sugeriu que fosse feito um levantamento do número de passageiros do sistema. Na planilha, a CMTU apontou que os passageiros equivalentes seriam 3,6 milhões em maio de 2003, mas Miguel Sogaiar argumenta que a própria companhia admitiu em seu site que seriam 5 milhões de passageiros transportados mensalmente. O promotor qualificou como ''questionáveis'' dados da planilha que indicam que o número de usuários do sistema vem caindo, já que a quilometragem e a frota aumentaram.
O advogado da TCGL, Moacir Côrrea Neto, argumentou que um levantamento da quantidade atual de passageiros equivalentes poderia não ter utilidade, já que a ação foi apresentada há mais de um ano. Assim, a idéia foi abortada. Sogaiar chamou os representantes da CMTU e das empresas de ''intransigentes''.
''O sistema é transparente e qualquer pessoa pode ter acesso à conferência das catracas que a companhia faz'', disse o diretor de Trânsito da CMTU, Álvaro Grotti Júnior. ''Acho que o promotor está fazendo confusão entre o número total de passageiros e o de passageiros equivalentes (que pagam a tarifa integral)''. Sogaiar afirmou que, considerando-se o dado de 5 milhões de usuários apresentado no site da CMTU, o total de passageiros pagantes seria aproximadamente 4,5 milhões por mês.

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