Até sexta-feira, a Vigilância Epidemiológica havia registrado 8.192 notificações de casos suspeitos da doença, com 1.590 confirmados. Apesar disto, a gerente de Epidemiologia, Sônia Fernandes, disse não ter como apontar o número de pessoas preocupadas, que procuram as Unidades Básicas de Saúde (UBS), sem ter pelo menos dois a três sintomas da doença. ''Esta ocorrência é registrada apenas na rotina da unidade, e não pela Epidemiologia'', explica Sônia.®MDNM¯
Nos laboratórios particulares, por outro lado, não houve crescimento de exames de sorologia para confirmação de dengue. Segundo a assessoria de comunicação da Unimed, houve quatro pedidos em janeiro, contra 28 em fevereiro e apenas cinco em março.
Sobre a polêmica levantada de que a dona de casa Teresa Aparecida Barbieri Vitorino, 49 anos, não seria a terceira vítima de dengue hemorrágica, Sônia Fernandes reafirmou que o motivo da primeira internação da paciente foi por febre hemorrágica de dengue. Ela acredita que o rompimento de cisto de ovário que levou Teresa de volta ao hospital tenha sido causado pela fragilidade do estado geral da paciente conforme nota divulgada sexta-feira pela Santa Casa. Sônia admite que ''é um caso complicado'' e o diagnóstico só será fechado durante esta semana, quando devem se reunir os representantes da epidemiologia e os médicos que acompanham a dona de casa. (Colaborou Célia Guerra)

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