Representantes da Patrulha Escolar Estadual foram convocados pelo Núcleo Regional de Ensino (NRE) em caráter de urgência para discutir o problema ainda na noite de ontem. De Curitiba viriam a coordenadora operacional da Educação, Margarete Lemos, e o major Loemir de Souza, coordenador estadual operacional da PM.
Segundo a assistente do NRE, Marlene Mello, além do caso da Escola Lauro Pessoa, seriam debatidas casos como o de um aluno de 17 anos detido em Cambé com uma arma calibre 38. ''Neste caso, o problema foge da alçada da educação. É um crime, um caso de polícia que está sendo acompanhado pela Patrulha Escolar'', afirmou.
Uma segunda medida para resolver o problema, segundo Marlene, é envolver o Ministério Público (MP) e o Conselho Tutelar, para que os pais sejam acionados e estejam mais presentes na vida dos filhos. O terceiro passo, de acordo com Marlene, seria a atuação da Patrulha Escolar, no sentido de repensar as ações policiais.
Dispensa
As 42 vagas deixadas por servidores contratados via Processo Simplificado de Seleção (PSS) que haviam sido dispensados das escolas no início da semana começaram a ser preenchidas ontem. Segundo o NRE, ontem foram chamados os primeiros 60 classificados no último processo seletivo realizado em janeiro. Muitas das vagas, segundo ela, estão sendo preeenchidas pelos servidores dispensados. Eles cumpriam as funções de zeladores e merendeiras. Reportagem publicada ontem pela FOLHA mostrou que a dispensa prejudicou milhares de alunos. Em duas da Zona Sul, os alunos receberam apenas uma barra de cereal ou bolacha como refeição.(M.O. e L.A.)

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