O novo aterro sanitário de Londrina terá 20 alqueires, fica distante da cidade e ficará pronto até agosto de 99, ao mesmo tempo em que se extingue, definitivamente, a vida útil do ‘‘Lixão’’ (região leste). ‘‘Estamos na fase final. Já sabemos até qual vai ser o terreno escolhido, mas não podemos anunciar o local para não prejudicar as negociações’’, adiantou ontem o presidente da AMA, Mauro Maggi.
Ele anunciou ainda que o novo aterro vai contar com uma central de tratamento de resíduo. ‘‘O equipamento da usina já foi pago. A entrega depende apenas da definição e preparo da área do aterro’’, disse. A compra da usina foi feita ainda na administração Cheida que efetuou o pagamento de 70% do valor do equipamento; a atual administração pagou os 30% restantes.
‘‘O projeto do novo aterro está sendo realizado para garantir à área uma vida útil de 30 a 40 anos’’, explicou Maggi. Ele esclareceu que o atual depósito de lixo da cidade é um exemplo que não pode ser seguido. ‘‘Se desde o início, em 77, ele tivesse sido administrado como um aterro, com as devidas preocupações ambientais teria tido, no mínimo, uma vida útil mais longa e o impacto ambiental não seria tão grande’’, disse. (C.B.)

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