Entre os cirurgiões cardíacos se diz que, se João está precisando de um transplante e a família de um possível doador se negar a doar o órgão, dificilmente o paciente terá outra chance. Probst escapou desta estatística. A sobrevida oferecida ao mecânico industrial sob a tensão do ineditismo do caso, está ajudando outros portadores de cardiopatias.
Gregori destaca que, no Incor, em São Paulo, o cirurgião cardíaco pediátrico Miguel Marcial vem operando com a técnica criado pelo londrinense. ''Uma criança recém-nascida, inapta para continuar vivendo, teria que ter um doador compatível com o mesmo peso e tamanho do coração. Quando isso não acontece o que faria um cirurgião quando não encontra essas condições? Caso tenha um coração maior não é possível fechar o tórax, deixando o peito da criança aberto por alguns meses. Com essa variante, amplia o leque de oferta'', explica Gregori.

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