Nesta segunda-feira (13) os advogados inscritos na OAB - Subseção Londrina ganham casa nova. A sede localizada no Centro Cívico será inaugurada às 18 horas.

A nova sede é a principal conquista da categoria nos últimos anos. Sua localização é estratégica, ficando ao lado do Fórum Estadual - que concentra as Varas Cíveis, Criminais, Juizados e Varas da Fazenda Pública - , Fórum Eleitoral, Câmara de Vereadores e Prefeitura. "Com isso, o advogado ficará mais próximo da OAB, facilitando sua dinâmica de trabalho", diz o vice-presidente da Subseção, Eliton Araújo Carneiro.

Instalações - O prédio da nova sede tem 1.773,75 m2 de área construída, num terreno de 3.651,25 m2. A sede compõe-se de três pavimentos: o subsolo, com vagas de estacionamento cobertas (18) e áreas de apoio e serviço; o térreo, com auditório modular, Farmácia e Livraria do Advogado com sala de apoio, Centro de Inclusão Digital e Cafeteria; e o primeiro pavimento, com áreas administrativas, sala exclusiva para reuniões do Conselho e espaços apropriados para atendimento aos advogados. A área conta ainda com 64 vagas externas de estacionamento.

O edifício passou por duas etapas de obra, sendo a primeira concluída em 2009 (térreo e subsolo) e a segunda, que será entregue na segunda-feira. "São instalações modernas, espaçosas, que proporcionarão ao advogado um atendimento com mais conforto. O nosso auditório modular poderá ser usado com maior frequência para os cursos da ESA e demais eventos promovidos pela OAB Londrina, uma vez que toda a administração será concentrada neste prédio", comenta o presidente da entidade, Elizandro Pellin.

Pellin e Araújo destacam que a centralização de todos os serviços no mesmo prédio agiliza os trabalhos internos e faz com que o advogado resolva vários assuntos no mesmo local.

Projeto privilegia recursos naturais - O projeto arquitetônico da nova sede da Subseção Londrina foi desenvolvido pelo escritório Giacomo Arquitetura e esteve sob a responsabilidade dos arquitetos Nelson Schietti de Giacomo, Talita de Giacomo, André de Giacomo, Amanda Salvioni, Nancy Cifuentes e Celina Tutumi.

A obra teve acompanhamento da Construtora Técnica Canadá, sob responsabilidade dos engenheiros Massaru Onishi, Fabio Galhardi, José Pedro da Rocha Neto e José Marcos da Rocha.

Segundo os arquitetos, o projeto teve como diretrizes os próprios conceitos da Ordem. No edifício, dizem eles, essa relação ocorre através de sua arquitetura clara, limpa e de volumes prismáticos, em busca da racionalidade, equilíbrio, sobriedade e transparência.

Os arquitetos destacam ainda que o edifício pode ser considerado um marco para Londrina, tanto em sua concepção como também pela magnitude, qualidade espacial, conforto aos usuários e principalmente por sua localização, inserido no centro cívico da cidade e integrado à paisagem de seu entorno, permitindo assim sua relação com o espaço urbano.

"O projeto baseou-se também em soluções de acessibilidade, permitindo total acesso ao portador de necessidades especiais conforme exigido pela legislação, e de sustentabilidade, no sentido do aproveitamento dos fatores naturais e da busca de energias alternativas", descrevem.

Houve ainda preocupação com a reutilização de recursos naturais. Foram implantadas soluções como o recolhimento de água de chuvas para reaproveitamento na irrigação de jardins e lavagem de calçadas, o controle de uso da água nas instalações sanitárias, além do aproveitamento da ventilação e iluminação naturais.

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