A reconstrução e a reforma das edificações atingidas pelo furacão que destruiu parte da cidade de Nova Laranjeiras (125 km a leste de Cascavel) ainda não foram concluídas, quatro meses depois. Este foi o prazo estimado por autoridades municipais para que as novas casas fossem construídas e as parcialmente atingidas fossem recuperadas. No furacão, em 13 de junho, morreram três pessoas e dezenas ficaram feridas.
Nova Laranjeiras, município instalado em 1993, ainda organizava sua vida administrativa e comunitária quando ocorreu a catástrofe.
Segundo o prefeito José Lineu Gomes (PMDB), de 127 moradias totalmente destruídas e 381 parcialmente afetadas, 50 ainda não foram reconstruídas e 100 aguardam reparos. Doze dos 15 estabelecimentos comerciais e industriais destruídos estão refeitos, e dos 31 que sofreram danos parciais, a maior parte já está em condições. Um moinho e duas serrarias permanecem em escombros.
Das 19 edificações públicas atingidas, duas aguardam complementação de reformas. Na zona rural, não foram reerguidas 170 instalações como estábulos, chiqueirões e paióis, principalmente de pequenos agricultores. A arrecadação mensal de Nova Laranjeiras é de apenas R$ 150 mil, dos quais quase R$ 80 mil para pagar os 240 servidores.

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