À meia-noite do próximo sábado, todos os relógios devem ser adiantados em uma hora. Pelo 15º ano consecutivo, os estados do Sul, Sudoeste, Centro-Oeste e Nordeste, além de Tocantins e Roraima, na região Nordeste, irão adotar o horário de verão. O procedimento inverso acontecerá na passagem do dia 17 para o 18 de fevereiro do ano que vem, quando termina o horário especial.
A medida foi adotada para evitar problemas na operação dos sistemas de produção e de transporte de energia elétrica durante o horário de ponta. No Paraná, segundo a a Copel, o período do dia em que há demanda simultânea por eletrecidade é entre as 18 e 21 horas.
De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a última edição do horário de verão aliviou em 3 mil megawatts o carregamento do sistema no horário de pico em Curitiba. No Paraná, a Copel registrou uma redução média de carga de 5,5% em comparação com o restante do ano. Os 180 megawatts que deixaram de ser utilizados equivalem à carga de toda a região Oeste do Estado.
Além da redução de carga, o horário provoca uma economia no consumo de eletrecidade, já que a iluminação natural pode ser utilizada por mais tempo. Dados da Aneel mostram que a medida representa uma economia de 0,7% sobre o consumo normal no País. Essa energia atenderia o consumo de um mês de uma cidade como Goiânia, por exemplo.

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