Lucinéia Parra
De Maringá
A professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro e consultora da Coordenação Nacional de Doenças Sexualmente Transmissíveis e Aids (DST/Aids), Maristela Arantes Marteleto, disse ontem, em Maringá, que desde 1997, quando o Ministério da Saúde lançou o Programa Universidaids, aumentou significativamente o número de notificações de doenças sexualmente transmissíveis em todo País.
Maristela se reuniu com 38 membros do Conselho Gestor do Programa Universidaids-UEM e 12 representantes das regionais de saúde da região noroeste e da Secretaria de Saúde de Maringá. Além de supervisionar as atividades do conselho, ela também fez uma apresentação dos principais trabalhos realizados em todo o País.
Conforme Maristela, através do programa, dezenas de jovens estão se tornando agentes multiplicadores do conhecimento sobre as doenças sexualmente transmissíveis e sobre a Aids. Segundo ela, outra conquista do Programa Univesidaids é a melhoria da assistência ambulatorial e hospitalar nos municípios do interior.
Na reunião de ontem, realizada na sala do Conselho Universitário da UEM, Maristela afirmou que a intenção do governo federal é ampliar as parcerias com as universidades do País. Com a UEM, o convênio foi firmado em agosto deste ano e tem validade de um ano. O programa prevê a conscientização de profissionais, principalmente da área da saúde e educação, sobre as doenças sexualmente transmissíveis. Depois de treinados, estes profissionais atuam na divulgação dos cuidados e tentam formar novos ‘‘multiplicadores’’ do conhecimento sobre DST e Aids.

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