Até ontem à tarde, a Autarquia Municipal do Ambiente (AMA) não havia sido notificada sobre a execução de multa referente ao não cumprimento do termo de ajustamento de conduta sobre a revitalização do aterro sanitário de Londrina, assinado em maio de 1998. O juiz Ademir Richter, da 8ª Vara Cível, determinou a citação das partes anteontem à tarde. A multa é no valor de R$ 7,4 milhões e, além da AMA, são envolvidos na ação a Prefeitura de Londrina e a Vega Engenharia Ambiental.
A ação de execução foi proposta na última quarta-feira pela Promotoria Especial do Meio Ambiente. Há uma semana a promotora Luciana Lepri Moreira também ingressou com duas ações de ‘‘execução de obrigação a fazer’’ na 6ª Vara Cível referentes à Central de Moagem. Neste caso, a multa prevista é de R$ 1,1 milhão.
Rafael Fuentes, presidente da AMA, antecipou que a autarquia irá recorrer da multa, já que providências vêm sendo tomadas há dois meses no sentido de transformar o ‘Lixão’ em um aterro sanitário de fato.
Ontem a AMA enviou relatórios sobre as mudanças já promovidas no Aterro Sanitário, Central de Moagem e Central de Galhos à Promotoria do Meio Ambiente, Instituto Ambiental do Paraná (IAP) e comissão que discute o assunto na Câmara de Vereadores. O diretor da Vega em Londrina, Haroldo Olivatti, não foi localizado pela Folha ontem.

mockup