Violência no Bosque
As notícias sobre a ocorrência de atos de violência no Bosque repetem o que vinha acontecendo há tempos. Na época, a Polícia Militar designou uma dupla de soldados para trabalhar ali e os índices de violência caíram bastante.
Percebe-se que a solução é simples e demanda, apenas, aquilo que se convencionou chamar ''vontade política''. Na verdade, mais do que em qualquer outra parte da cidade, a presença de policiais permanentemente, no Bosque, representa uma garantia de segurança, restaurando a confiança da população.
Em outros locais, sem dúvida, a presença policial também representa um fator positivo no aumento da segurança. Os marginais agem, sempre, com maior desenvoltura quando certos de que não serão obstados em sua ação. Com policiais militares fazem a chamada prevenção, com viaturas rondando pela cidade, com a presença mais visível do policiamento, o quadro de insegurança em que se vive, hoje, muda drasticamente.
''Pobrecídio''
Face à sequência de homicídios que está ocorrendo pela cidade (a média está em torno de dez por mês, o que é um absurdo) um leitor escreveu sugerindo a mudança no nome do crime para ''pobrecídio''. E explica: ''Só matam pobres''.
Talvez não seja bem assim, mas é certo que na imensa lista de vítimas de homicídios que se registram em Londrina, a grande maioria é de pessoas situadas na faixa mais pobre da sociedade. Não quer dizer que o assassinato de pessoas mais aquinhoadas seja menos traumático. A questão é outra: é a violência aliada à impunidade, atingindo uma sociedade assustada que precisa confiar nos seus governantes mas espera que eles ofereçam a contrapartida mínima de segurança.
Bancos
Se publicasse todas as queixas recebidas contra estabelecimentos bancários, encheria uma Praça todos os dias. Boa parte das reclamações, porém, diz respeito ao serviço interno como o atendimento deficiente em certas agências. Há também uma queixa mais direta sobre o fato de que muitos bancos não aceitam pagamentos com cheques de outros estabelecimentos.
Mas há uma queixa comum e imensa com relação às filas. Há leis a respeito, mas infelizmente não são respeitadas. Ao cliente-cidadão resta, porém, buscar o apoio de entidades como o Procon, reclamando que as leis que regem a matéria sejam cumpridas.
Tabajara: correção
Na notícia publicada ontem a respeito do ''fim da Rádio Tabajara'' que, agora, conforme foi informado, passa a ser Rádio Globo, houve uma informação incorreta: foi indicado ali que a emissora foi inaugurada em 1954, o que é um erro que qualquer pessoa ligada ao setor poderia perceber. A Tabajara foi inaugurada em 1964, na década de 60, quando várias emissoras de rádio começaram a funcionar em Londrina. Fica feita a correção.

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