UEL em Alagoas
Os dez estudantes da Universidade Estadual de Londrina (UEL) que foram a Inhapi (AL), em janeiro deste ano, apresentam hoje e amanhã imagens em vídeo, fotos e documentos sobre o trabalho realizado com a população carente do local. As apresentações serão feitas na sala de eventos do Centro de Ciências Humanas (CCH). Os alunos estiveram no município alagoano dentro do programa Comunidade Solidária. Os alunos são dos cursos de Sociologia, Biblioteconomia, Economia, Serviço Social, Direito, Psicologia, Engenharia, Biologia, Geografia e Enfermagem. A coordenação foi feita pelo professor de História Cristiano Simon. O vídeo será apresentado hoje às 19h30 e amanhã às 9 horas e as 19h30. A exposição de fotos e documentos fica aberta hoje das 19h30 às 22h30. Amanhã, das 9 horas ao meio-dia e das 19h30 às 22h30.
Livro
A escritora londrinense Maria Aparecida Vidigal lança na sexta-feira o livro autobiográfico ‘A Vida do Brasileiro’. Na obra, a autora conta episódios da seu dia-a-dia como auxiliar de enfermagem, da adolescência até a aposentadoria. O livro é uma reflexão sobre as condições de trabalho nos hospitais e unidades de saúde brasileiros. A noite de autógrafos acontece amanhã, a partir das 20 horas, no 2º andar da Biblioteca Pública Municipal (avenida Rio de Janeiro, 413). Mais informações pelo fone 321.6600 (ramal 223).
Fisioterapia
Paralelamente ao 25º Congresso Paranaense de Cardiologia, que prossegue até amanhã, está sendo realizado no Hotel Sumatra, acontecerá também um evento na área de Fisioterapia. É a 1ª Jornada Paranaense de Fisioterapia Cárdio-Respiratória, que acontece amanhã, no próprio Hotel Sumatra (esquina da avenida JK com rua Souza Naves). A jornada é promovida pelo Departamento de Fisioterapia da Santa Casa de Londrina. Mais informações pelos fones 339.6235 ou 991.1378.
O nome de Gomes 1
A Folha recebeu na semana passada uma divertida carta do advogado João dos Santos Gomes Filho, que atua em casos noticiados pelo Caderno Londrina. Ele é, por exemplo, assistente de acusação no caso da secretária Jacqueline Carneiro Lobo, morta em novembro do ano passado pela dona-de-casa Maria Suely Moura. Gomes reclama que o jornal não tem sido coerente ao escrever seu nome. Ele cita ocasiões em que foi identificado como João Santos dos Gomes Filho e João Gomes dos Santos Filho. E completa: ‘Há quem diga que a sonoridade de meu nome melhor se define da forma eleita por este jornal. Não discuto: de música, só o amor pelas óperas’’.
O nome de Gomes 2
Na carta assinada e reconhecida em cartório - o que parece ser hábito da categoria - o advogado Gomes Filho argumenta: ‘‘Ocorre de o autor de meu nome ser a maior pessoa que conheci, meu pai, que o fez em extensão ao próprio nome: João dos Santos Gomes...’’ Enfático, o advogado prossegue garantindo que o nome ‘‘é o maior patrimônio’’ de sua vida. Ressalta que gostaria de vê-lo como o pai definiu, e não ‘‘da forma que me rebatizaram na imprensa londrinense’’. O gran finale vem com tripla exclamação: ‘‘É o quanto tinha a exigir, por amor a meu nome!!!’’
O nome de Gomes 3
A argumentação do advogado é correta, porque parte de um fato irrespondível: o dono do nome é soberano nesses casos. Mas o Caderno Londrina deve lembrar que jamais se arvorou em pia batismal, cartório ou espaço de ataque ao patrimônio dos personagens aqui referidos. O jornal pede desculpas por eventuais deslizes na grafia do nome do advogado. O Caderno Londrina apenas gostaria que os equívocos, exatamente porque eventuais, não fossem superestimados. E, no cotidiano da Redação, pretende ser fiel à certidão de nascimento, não só a de João dos Santos Gomes Filho - o que há de mal nesta sonoridade? - mas as de todas as pessoas que frequentam, ainda que por um dia, o noticiário local. Saiu nome errado? É só avisar. Como fez Gomes Filho.

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