Nota
NOTA
MST
O líder do Movimento Nacional dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), José Rainha Júnior, disse em Maringá que o governo do Paraná está gerando violência no campo, armando as milícias e provocando o assassinato dos trabalhadores na região do Pontal do Paranapanema e Noroeste do Estado. Ele criticou o governo federal e disse que a reforma agrária precisa ser feita com urgência para dar condições de sobrevivência a 51 mil famílias que estão em acampamentos provisórios em todo País. Rainha participou de um debate sobre reforma agrária com estudantes universitários e representantes da comunidade, na sede da Associação dos Docentes da Universidade Estadual de Maringá (Aduem), anteontem à noite. Ele garantiu que as invasões vão continuar caso o governo não avance no processo de reforma agrária e disse que a reforma deve ser feita pelo governo federal que arrecada impostos e tem o compromisso de fazer as desapropriações. Para Rainha a proposta de repassar o compromisso da reforma agrária aos municípios não funciona.





