Curitiba - Conforme as especificações técnicas, cada simulador de direção tem várias partes de um carro real, como volante, chave de ignição, câmbio, embreagem, acelerador, freios, retrovisores, entre outros. Além da parte de hardware (componentes físicos), o software (programa de computador) do simulador possibilita vários tipos de cenários, com diferentes terrenos, definições de clima e horários de simulação, além de condições de tráfego e características de veículos e pedestres.
Na semana passada a autoescola Silva, de Curitiba, inaugurou o primeiro Centro de Simulação de Direção do Paraná. São duas unidades do simulador Auto SMARTSIM, fabricado pela empresa Iessa, e que já estão disponíveis dentro do novo plano de aulas oferecido aos alunos.
"Não estamos focados na obrigatoriedade ou não do uso dos simuladores. Nosso foco foi a aquisição de um equipamento que tem a condição de criar algo mais para nosso aluno. Vamos utilizar este recurso como complementação das demais atividades já obrigatórias", ressalta o empresário Aguilar Silva.
O equipamento possui telas de 32 e 40 polegadas que permitem total visibilidade. Além de todas as simulações, a tecnologia fornece a gravação de históricos de aulas e a gestão completa de dados e emissão de relatórios gerenciais.
O diretor-presidente da Iessa, Paulo Szundy, explica que o objetivo é dar treinamento aos futuros motoristas em situações que são impossíveis na direção real de um veículo. "Um condutor em formação não pode dirigir em uma rodovia, por exemplo. O simulador propicia esta experiência", aponta. (R.C.J.)

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