Começaram as obras de reparos no calçamento do Calçadão, o que é uma necessidade. Mas é necessário repetir que apenas isto não vai resolver o problema real do centro, como área que deveria ser a principal para o comércio da cidade. O centro de Londrina foi perdendo terreno para os shoppings. E isto constitui um problema sério, até porque o estímulo ao comércio representa uma das molas para a retomada do crescimento econômico.
O centro de Londrina não só foi perdendo atrativos como ficou quase que abandonado. Atualmente, alguns estabelecimentos comerciais conquistaram o direito de funcionar aos domingos, mas isto ainda é pouco. Para que o centro volte a atrair precisa de muito mais do que ampliar o horário de funcionamento das lojas.
Para começar, o centro precisa de mais segurança. Pouco adiantaria que as lojas pudessem funcionar à noite, se persistisse o atual quadro de insegurança. Também é vital que se repense a questão do estacionamento. Não é demais, também, pensar em outros atrativos como cinemas e apresentação de espetáculos. Tais medidas, sem dúvida, ajudariam em muito a revitalização da área.

Combate à dengue
Um receptor celular, molécula-chave na infecção pelo vírus da dengue, foi identificado por cientistas do Instituto Pasteur de Paris. A descoberta é considerada um grande avanço para a compreensão da doença, que afeta, a cada ano, entre 60 e 100 milhões de pessoas em todo o mundo, abrindo caminho para a criação de tratamentos específicos ainda inexistentes, ressaltaram cientistas.
Os resultados da pesquisa, dirigida por Philippe Desprès e Jean-Louis Virelizier, do Instituto Pasteur de Paris, foram publicados pela revista científica européia EMBO Reports.
Cerca de 250 milhões de pessoas vivem em regiões em que há risco real de infecção por dengue. A forma mais grave da doença, hemorrágica, cresce no mundo em partilar na Améria Latina e Caribe.
A molécula receptora essencial, denominada DC-SIGN, atua no princípio da infecção viral e foi identificada na superfície das celulas particulares do sistema imunológico, considerada o primeiro alvo do vírus.
Os mosquitos Aedes aegypti infectados injetam na pele, sobre essas células, o vírus da dengue, logo após terem modificado as proteínas do envoltório viral.

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