Max Wienand informa, no site de sua empresa (www.maxtreme.com.br), que para garantir a diversão e o entretenimento, os equipamentos utilizados nos esportes de aventura são desenvolvidos de acordo com as mais rigorosas normas de segurança. ''Além de testar todos os sistemas utilizados, existem ainda os sistemas que chamamos de backup, sistemas de emergência (segundas ancoragens) que seguram o praticante, em caso de uma falha eventual.''
O site informa que no Bungee Jump, além dos milhares de feixes de látex que formam a corda elástica, há uma fita tubular de nylon de alta resistência que acompanha toda corda elástica, capaz de suportar o peso de 2.7 mil kg. O praticante é ancorado no elástico em no mínimo dois pontos do corpo (geralmente na cintura e nos tornozelos). Todos os mosquetões são protegidos de acolchoado para impossibilitar eventuais ferimentos no praticante. Como backup complementar são utilizados um airbag (colchão de ar) no solo contra o último caso de uma queda.
No queda livre são as três redes flexíveis que garantem a aterrisagem do participante. A queda é amortecida por causa da suspensão destas redes em quatro cordas elásticas parecidas com as cordas do bungee jump. O praticante cai sempre de costas no centro da rede graças a um sistema chamado CFF (controled free fall = queda livre controlada). Trata se de uma cadeirinha especial que posiciona o praticante. Esta cadeirinha é conectada em um quick-release (gancho de rápida soltura).
Ainda segundo o site, o operador tem o comando para soltar o participante quando achar conveniente. Todo conjunto de redes fica dentro de uma moldura de estabilidade que garante a centralização das redes. ''Com ventos até 15 nós a operação está garantida.'' A página na internet também afirma que todos os equipamentos são supervisionados por engenheiro registrado no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA). (S.L.)

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